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Saber como montar uma empresa de reciclagem de plástico pode ser uma boa opção de negócio, pois reciclagem é resultado de uma qualidade de vida equilibrada ligada a uma forma de preservar a natureza e evitar o desperdício. Com esta combinação, podemos também verificar um caminho de ganhar dinheiro. Hoje em dia, há diversas leis que incentivam a quem optar por usar material reciclado em seus produtos, bem como a quem reutiliza materiais reciclados na produção de outros itens apreciado pela sociedade devido à nova onda verde de materiais.


Segundo o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o setor de aproveitamento de materiais, no geral, movimenta aproximadamente 1,2 bilhões de dólares anuais neste país e poderá alcançar a marca de 5,8 bilhões nos próximos anos. Dessa forma, se configura como um mercado bem promissor e que ainda auxilia a prevenir danos à natureza.


Este modelo de empreendimento conta basicamente com atividades que transformam o que seria lixo em matéria-prima para produção de novos produtos. Os plásticos são coletados, separados e processados. Com o aparecimento da reciclagem, diversos produtos que iam para o lixo vão para usinas a fim de serem reaproveitados em embalagens de refrigerante, produtos e outras formas como produção de fios, um modelo usado recentemente e ainda em estudo.


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Em nosso país, o fomento desse tipo de negócio aconteceu bem antes de surgirem as discussões sobre meio ambiente, assunto tão em voga neste momento. Em sua forma mais doméstica, esse tipo de empreendimento (empresa de reciclagem de plástico) surgiu da demanda de aproveitamento do plástico coletado por determinadas camadas sociais, que achavam nisso uma fonte de renda, se não a única. Juntamente com esse fluxo de gente coletando material, os setores da indústria viram que seria uma boa oportunidade de ganhar dinheiro.


Montar uma empresa de reciclagem de plástico pode ser uma boa pedida para quem quer investir em um seguimento que ainda tem muito a crescer. As empresas destes seguimentos não são muito numerosas no Brasil como um todo e em algumas cidades ainda nem existem, podendo assim ser um bom nicho de investimento a ser explorado. Caso queira levar adiante esta ideia, veja a seguir informações que vão te ajudar a montar uma empresa de reciclagem de plástico.


O Que É Uma Empresa De Reciclagem De Plástico?


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Essa modalidade começou a ser feita pelas indústrias que viam muitas perdas nas suas produções, então para evitar o desperdício, começou a reutilizar o material que inicialmente era enviado ao lixo. Quando o plástico começou a ser reaproveitado em maior quantidade e passou a ser separado do lixo, então um novo mercado surgiu. Novas tecnologias fizeram com que se desenvolvessem mais materiais usando a matéria-prima vinda da reutilização do plástico.


É importante saber quais são os plásticos existentes e como a reciclagem deles é feita para que possa então traçar o perfil da empresa de reciclagem de plástico e assim comprar o maquinário correto. Existem diversos tipos de plástico, como o filme, por exemplo. Ele é uma camada fina muito utilizada em sacos de mercado, de lixo, de embalagens de leite, de alimentos para microondas ou que vão ser congelados. Então, esse filme é separado do lixo, passa pelo aglutinador, que é tipo uma máquina que esquenta o plástico e faz com que ele se transforme em uma massa bem semelhante a uma farinha. Depois disso, um pouco de água é jogada nela para que haja uma queda na temperatura de maneira brusca, assim, as moléculas de polímeros são contraídas e sua densidade aumenta. Agora, o plástico já está em grãos.


Dessa maneira, ele desce em um funil da máquina que funde o material e ele é transformado em tiras. A partir daí, ele é resfriado novamente e picotado em grãos mais conhecidos como “pellets”. Posteriormente, são colocados em sacos e comercializados para fábricas.


Mas existem ainda outros tipos de plástico que passam por reciclagem, como o plástico rígido. Ele é o componente de garrafas de refrigerantes, de produtos de limpeza, de higiene e potes de alimentos. Também é usado em calçados, baldes, eletrodomésticos e utensílios para o lar. Nesse grupo existem sete tipos deles que, muitas vezes, são incompatíveis entre si e a mistura deles resulta em materiais ruins e que não servem para udo. São eles: Polietileno Tereftalato (PET), utilizado em garrafas de refrigerantes; Poliestireno (PS), eletrodomésticos e copos descartáveis; Polietileno de Alta Densidade (PEAD), usado por fábricas de engradados de bebidas, baldes, autopeças; Cloreto de Polivinila (PVC), tubos e conexões e garrafas para água mineral e detergentes líquidos; Polipropileno (PP), embalagens de massas e biscoitos, de margarina e seringas.


O plástico é separado, estocado e moído por um moinho de facas e lavado. Depois de seco, vai para o aglutinador cilindro, que contém hélices destinadas a aquecer o material por fricção, assim, ele se transforma em uma pasta plástica. Depois, entra água em pouca quantidade para fazer com que a temperatura caia rapidamente, assim, as moléculas dos polímeros se contraem e sua densidade aumenta. Em formato de grânulos, entra na extrusora, que é uma máquina que funde o material e o homogeneíza. Depois é em tiras (spaghetti), essas são derretidas e passam por mais um resfriamento, tornando-as sólidas. Em seguida, são transformadas em grãos (pellets). São então comercializadas para fábricas que podem mesclar o reciclado com resina virgem para fazer novas embalagens e utensílios.

Muita gente investe exclusivamente na reciclagem de garrafas pet e, nesse caso, é preciso saber que o tal material possui três possibilidades de reaproveitamento: a reciclagem química, em que o plástico é uma matéria-prima para fabricar resinas; reciclagem energética, em que o PET é usado em caldeiras e geração de energia e ainda a reciclagem mecânica, que é a mais popular no país, em que as garrafas são coletadas, enviadas para as empresas de reciclagem, separadas conforme a cor e trituradas. Depois o material torna-se produtos como vassouras, embalagens para diversos, fios de costura e enchimentos de travesseiro.

Concorrência Do Mercado E Público-Alvo De Uma Empresa De Reciclagem De Plástico


Mesmo que informemos o número, o que ainda não é certo em número nacional, de fato é preciso fazer uma análise local para saber se há uma concorrência e se vale a pena o investimento em uma empresa de reciclagem de plástico. Se houver mais de cinco fábricas atuantes de médio e grande porte em sua região, melhor mudar de ideia porque não vai haver público para vender. Mesmo se houver uma grande fábrica de reciclagem de plástico que já supra a necessidade do mercado local, melhor optar por outro modelo de novo negócio ou vai ficar com uma empresa de reciclagem de plástico sem clientes.


E falando em clientes, seu público-alvo a ser atingido são basicamente industriais, outras fábricas de produtos que podem ser roupas, tecidos e alimentos que usem plástico reciclado em sua produção. Você será o fornecedor da matéria-prima e não o produtor de embalagens recicladas e qualquer um que faça isso merece estar em sua carta de clientes.


Localização Ideal De Uma Empresa De Reciclagem De Plástico


A empresa de reciclagem de plásticodeverá ser localizada em uma região de fácil acesso, de preferência próximo aos catadores que entregam os materiais. Não adianta colocá-la longe da população que leva os plásticos para serem reciclados, pois isso geraria certo custo a eles e não seria atraente para quem leva o material, podendo te deixar perdendo para a concorrência e assim ficar sem matéria-prima. Procure também estar próximo de outras fábricas, pois muitas dessas podem comprar plástico reciclado e fabricar novos produtos.


Estrutura A Ser Montada Em Sua Fábrica De Reciclagem De Plásticos


Este é um dos pontos mais importantes para montar o seu novo negócio. A estrutura para servir de base deve estar em uma área de 10.000 m², onde será localizado um galpão. Ele deve ser dividido em escritório, galpão industrial e vestiários para seus funcionários fixos. Como a empresa de reciclagem de plástico é voltada para reciclagem, é preciso que ela tenha máquinas exclusivas para tal, como separador de resíduos, carrinhos carregadores, trituradora, extrusora, prensas hidráulias ou mecânicas para modelar o plástico, balança, caminhão para o transporte. A parte administrativa não deve ser esquecida e para isso você deve contar com material básico para escritório como computador, mesa, impressora, fax, cadeiras, galão de água, copos, pastas, entre outros.


Capital Inicial De Investimento De Uma Empresa De Reciclagem De Plástico


De acordo com a estrutura da empresa de reciclagem de plástico, será importante realizar uma avaliação exata do capital a ser investido para que não haja erros e haja possibilidade de pensar no negócio corretamente. Normalmente, o capital inicial é de cerca de R$ 80.000,00 a R$ 200.000,00 em compras de equipamentos. Os rendimentos mensais giram em torno de R$ 8.000,00 por mês, então é um tipo de investimento que demora bastante para ter o retorno desejado.


Funcionários Para Reciclar Plásticos


Para que a empresa de reciclagem de plástico possa funcionar adequadamente, é preciso ter além do empreendedor, uma secretária, operários, motorista, responsável pela produção e ainda um assistente financeiro. Os catadores de materiais de plástico farão também parte do processo, por isso, é importante saber mais sobre cooperativas de catadores, por exemplo. Eles não são contratados, mas recebem a cada vez que levam o material na empresa. Contudo, essa questão de contratar ou não fica a critério do empresário.


O ideal é ter seus funcionários fixos para manusear o maquinário que trata da prensa e reciclagem em si, bem como transporte até as fábricas. Já com os catadores, firme parceria e marque datas para receber o material. Algumas empresa de reciclagem de plástico costumam receber os materiais todos os dias, outras já evitam um grande estoque de produto que pode até causar mau cheiro por vir do lixo e marcam uma data específica. Esse processo deve ser analisado com calma antes de montar sua empresa de reciclagem de plástico.


Fonte: Novo Negócio

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O prefeito Benjamim Bill Vieira de Souza, presidente do Consimares (Consórcio Intermunicipal de Manejo de Resíduos Sólidos), cobrou a implantação efetiva da logística reversa nos municípios da RMC (Região Metropolitana de Campinas). A manifestação do gestor novaodessense ocorreu nesta terça-feira (10), no auditório da Prefeitura de Nova Odessa, durante a oficina que marcou o lançamento do projeto-piloto “Compostagem nas Escolas”. Por meio da iniciativa, escolas municipais de sete cidades da região vão receber equipamentos, suprimentos e suporte técnico do consórcio para transformar sobras de frutas, verduras e legumes em adubo orgânico.

A logística reversa se tornou obrigatória no Brasil em 2010, com a vigência da lei 12.305, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos. De acordo com a lei, fabricantes e revendedores devem criar sistemas de coleta de materiais como lâmpadas fluorescentes, embalagens de bebidas, óleos lubrificantes usados e contaminados e pneus inservíveis.

“Precisamos ter uma visão diferente, nos unir e cobrar as grandes empresas. Temos de exigir que elas cumpram a lei e implantem a logística reversa imediatamente em todos os municípios, como determina a lei há nove anos. O Consimares foi criado para fortalecer os prefeitos na luta pela implementação de políticas que melhorem a qualidade de vida nos municípios, mas precisamos da união de todos”, afirmou o prefeito Bill.

Falando para um grupo de aproximadamente 50 educadores e técnicos ambientais que atuarão como multiplicadores no projeto, o prefeito defendeu a destinação correta de resíduos. “Precisamos olhar para os resíduos sólidos como algo que dá lucro. Além de ser uma potencial fonte de renda, os resíduos corretamente destinados geram benefícios à sociedade. O município que trata corretamente seu lixo tem mais saúde”, disse Bill.

No início de agosto, Nova Odessa inaugurou a primeira usina de compostagem de lodo de esgoto da RMC. A unidade, construída na área da ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) Quilombo, próximo ao limite com Americana, tem capacidade para produzir 160 toneladas de fertilizante orgânico por mês e permitirá uma economia de pelo menos R$ 600 mil por ano com a destinação de lodo de esgoto, resíduo gerado durante o processo de tratamento.

De acordo com o superintendente do Consimares, Valdemir Ravagnani, o “Mimo”, são geradas, em média, 21 mil toneladas de resíduos por mês nos sete municípios consorciados (Capivari, Elias Fausto, Hortolândia, Monte Mor, Nova Odessa, Santa Bárbara d’Oeste e Sumaré). “Os municípios gastam mais de R$ 800 mil mensais para dar a destinação correta às embalagens que vão para o lixo”, exemplificou Mimo.

COMPOSTAGEM NAS ESCOLAS. Por meio do projeto, o Consimares quer ajudar os municípios a mudarem esse cenário. O evento desta terça foi o primeiro passo para essa mudança. Durante duas horas, a engenheira civil Luana Garcia, representante de uma empresa especializada, explicou - passo a passo - aos multiplicadores como funciona o processo de compostagem doméstica com auxílio de minhocas. A partir da oficina, 14 escolas indicadas pelas respectivas prefeituras - duas de cada cidade integrante do consórcio - iniciarão a compostagem com suporte do Consórcio Intermunicipal de Manejo de Resíduos Sólidos.

Cada escola selecionada recebeu uma composteira doméstica, um kit completo para produção de adubo orgânico e um manual de instruções. “A compostagem vai produzir adubo para o uso em hortas cultivadas nas próprias escolas, que podem se tornar instrumentos pedagógicos importantes”, destacou Luana.

As escolas ‘Professora Alzira Ferreira Delegá’, localizada no bairro Green Village, e ‘Professora Augustina Adamson Paiva’, no Jardim São Francisco, foram escolhidas pelas secretarias de Educação e Meio Ambiente para representar Nova Odessa no projeto. Atualmente, nenhuma delas possui horta. No entanto, já fazem planos para plantar verduras e legumes. “Nós já tivemos horta na escola. Agora, com a compostagem, vamos retomar o plantio”, adiantou a coordenadora da escola Alzira, Josiane Inácio Biagio.

Diretoria de Comunicação


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O sistema de tratamento de esgoto de Nova Odessa, que usa tecnologia de processamento compacto de alta eficiência, vai servir de modelo para melhorar a qualidade de vida de moradores de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso Sul e do Distrito Federal. A informação é do chefe da Sudeco (Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste), Nelson Vieira. O superintendente esteve no município nesta quarta-feira (11) para conhecer o funcionamento da ETE Quilombo, que trata 100% do esgoto doméstico coletado na cidade.

Nelson Vieira assumiu a Sudeco em julho e está percorrendo municípios em todo país, em busca de “cases” de sucesso que possam ser replicados para o desenvolvimento dos municípios da região. A Superintendência é uma autarquia do governo federal, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Regional. Vieira visitou a estação na companhia da arquiteta Georgia Carolina Capistrano da Costa, chefe de divisão do DPA (Departamento de Planejamento e Avaliação) da Sudeco, além técnicos da área de saneamento.

Na ETE, o superintendente foi recebido pelo diretor-presidente da Coden (Companhia de Desenvolvimento de Nova Odessa), Ricardo Ongaro. “Viemos conhecer a tecnologia utilizada na estação, que permite que o processo ocorra em espaço reduzido, com quase nenhum cheiro, apesar de todo esse volume de tratamento. É um exemplo que a gente vai levar para alguns municípios do Centro-Oeste com IDH [Índice de Desenvolvimento Humano] baixo. Afinal, tratar esgoto é cuidar da saúde das pessoas”, afirmou o superintendente, que saiu da unidade satisfeito com o que viu, agradecendo ao diretor-presidente e ao prefeito Benjamim Bill Vieira de Souza pelo acolhimento.

O superintendente da Sudeco também conheceu a Usina de Compostagem de Lodo, que funciona na área da ETE. Fruto do investimento de investimento de R$ 1.886.200,00, a unidade foi inaugurada no mês passado e funciona em fase de testes, transformando resíduos gerados durante processo de tratamento em adubo orgânico.

Em compromissos na capital paulista, o prefeito Bill falou com Nelson Vieira por telefone e colocou o corpo técnico da Administração Municipal à disposição da Sudeco. “É uma grande satisfação servir de exemplo para outros municípios que buscam aprimorar seus sistemas de saneamento, preservar o meio ambiente e melhorar a saúde dos moradores. Estaremos sempre de portas abertas e prontos para dar nossa contribuição”, disse Bill.

“De todos os sistemas de tratamento que eles conheceram, o nosso é que tem o menor investimento por habitante. Para nós, esse reconhecimento é muito gratificante. É sinal de que nosso trabalho está sendo bem feito. Vamos continuar investindo, buscando tecnologias e avançando para seguir estimulando outros municípios a seguirem o mesmo caminho, que é uma tendência”, avaliou Ricardo Ongaro.

Também acompanharam a visita Sérgio Cruz, Henrique Assis e Mariana Buelloni, representantes da Paques, empresa especializada em sistemas de tratamento de água e efluentes; Tiago Seydell e Pedro Rocha, da STS Engenharia; o diretor técnico da Coden, Eric Padela; e o chefe da Divisão de Serviços, Natalício Marques.

ETE QUILOMBO. É uma das maiores obras públicas do Brasil a adotar a tecnologia U-Box, considerada a melhor disponível para países tropicais. A tecnologia não demanda a construção de lagoas a céu aberto, pois dois tipos de reatores são instalados no mesmo tanque de concreto armado, “empilhados”, o que economiza espaço físico e reduz custos operacionais. Automatizado e com baixo impacto ambiental, o sistema elimina odores, já que conta com queimador de gás, consome pouca energia, não gera ruídos e pode ser operado por uma equipe reduzida.

Nos últimos seis anos, Nova Odessa investiu mais de R$ 50 milhões em saneamento básico. Desse montante, R$ 17 milhões foram aplicados em coleta, afastamento e tratamento de esgoto. A ETE Quilombo passou por duas fases de expansão e recebeu R$ 12,15 milhões. Após a entrega da terceira fase, em julho do ano passado, o município passou a ter capacidade para tratar o esgoto de 90 mil pessoas. A unidade trata, em média, 130 litros de efluentes por segundo e gera nove toneladas de lodo por dia.



 

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